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Os sete pecados capitais são uma classificação de vícios usada nos primeiros ensinamentos do cristianismo para educar e proteger os seguidores crentes, de forma a compreender e controlar os instintos básicos.
Assim, a igreja classificou e seleccionou os pecados em dois tipos: os pecados que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão, e os pecados capitais, merecedores de condenação. A partir de inícios do século 14 a popularidade dos sete pecados capitais entre artistas da época resultou numa popularização e mistura com a cultura humana no mundo inteiro.
De acordo com o livro "Sacred Origins of Profound Things" ("Origens Sagradas de Coisas Profundas"), de Charles Panati, o teólogo e monge grego Evágrio do Ponto (345 – 399) terá escrito uma lista de oito crimes e "paixões" humanas, em ordem crescente de importância (ou gravidade):
Gula;
Luxúria;
Avareza;
Ira;
Soberba;
Vaidade;
Orgulho.
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